Relatório Anual 2025 - Discentes da Pós IA
Memorial descritivo e comprovantes
Neste documento, você deverá descrever detalhadamente cada uma das atividades
realizadas no ano, incluindo aquelas que não foram computadas
na Tabela de Atividades Complementares. A orientação responsável deverá assinar
o documento (assinatura física ou digital).
Atividades desenvolvidas
1- Participação em exposição I congresso
profartes
2- Monitor I congresso profartes
Os monitores
do I Congresso Nacional da Rede Profartes (que ocorreu em setembro de
2025 na Unesp, em São Paulo) desempenharam funções de apoio e
organização, típicas de eventos acadêmicos, mas as fontes pesquisadas não
detalham exatamente cada tarefa específica que eles realizaram.
Com base
nas informações gerais sobre monitoria em eventos e relatos de experiência, as
atividades dos monitores geralmente incluem:
- Participação em treinamentos e reuniões
prévias para se familiarizar com a programação e o local.
- Representação do evento em suas
respectivas instituições de ensino, ajudando na divulgação.
- Auxílio na organização geral, como
orientação de participantes, apoio logístico e operacional durante as
atividades (mesas, apresentações de dança, etc.).
- Apoio técnico ou de mediação em sessões,
se necessário.
- Contribuição para a troca de experiências
e aprendizados, o que é um objetivo central do congresso, que focou na
discussão sobre a transformação social através da prática artística e da
educação.
O congresso
teve como tema "Entre Fronteiras e Travessias" e reuniu professores,
pesquisadores e estudantes de todo o Brasil. A equipe organizadora se dedicou
para que o evento promovesse trocas e diálogos, e os monitores foram parte
fundamental desse processo de apoio.
I Congresso
Nacional da Rede PROF-ARTES prorroga prazo de submissão de trabalhos até 27 de
julho
A Rede
Nacional do Mestrado Profissional em Artes – PROF-ARTES realiza, de 10 a 12 de
setembro de 2025, o I Congresso Nacional da Rede PROF-ARTES, com atividades
sediadas no Instituto de Artes da UNESP, em São Paulo. A chamada de trabalhos
foi prorrogada até o dia 27 de julho, ampliando as possibilidades de
participação de estudantes e egressos da Rede em todo o país.
O congresso nasce do desejo de compartilhar práticas pedagógicas e metodologias
de ensino e aprendizagem das artes na educação básica. Idealizado e construído
de forma conjunta pelas Instituições de Ensino Superior associadas ao programa.
A programação incluirá comunicações orais, mesas-redondas e apresentações
artísticas, além de espaços de reflexão crítica sobre os percursos formativos
da Rede. As propostas podem ser apresentadas de forma presencial ou remota.
3- Apresentação trabalho / artigo I congresso profartes
Falar do
trabalho
Mesmo trabalho do item 5 - Graffiti Pixel: materialidade do gesto artístico
4- Participação "I Simpósio Arte/Educação
FEUSP
Este
simpósio busca reunir pesquisas e práticas que contribuam para a formação
inicial e continuada de professores de Arte, abordando tanto questões teóricas
e metodológicas quanto as diretrizes curriculares que norteiam o ensino da arte
no Brasil.
Diante de um sistema educacional cada vez mais influenciado por ideais
mercadológicos, a formação docente no campo da Arte enfrenta novos desafios,
que incluem a ampliação do escopo de conhecimentos dos professores. Questões
emergentes tais como decolonialidade, racismo, LGBTfobia, inclusão, uso de
tecnologias e processos criativos no ambiente educacional, são temas centrais
que precisam ser discutidos pelos profissionais, pesquisadores e estudantes
sobre o ensino e a. aprendizagem em Arte.
A formação de professores deve ser inicial e continuada para atualização e
enfrentamento da diversidade de contextos sociais, reconhecendo a importância
de incluir e representar diferentes culturas, práticas e vivências no ambiente
escolar.
O evento visa criar um espaço de diálogo e troca de experiências, incentivando
a criação de novas abordagens pedagógicas que respondam às demandas do século
XXI. Reconhecemos que a formação crítica e abrangente de educadores de Arte é
crucial para que possam atuar como agentes de transformação social, promovendo
inclusão e valorização da diversidade cultural e identitária em sala de aula.
Com isso, propõe-se a ser um espaço de encontro para mestrandos, doutorandos e
pesquisadores da área de Arte/Educação que desejam compartilhar suas
experiências, saberes e investigações. Independentemente da linguagem artística
(artes visuais, música, dança, teatro ou audiovisual), a formação de
professores precisa incluir as dimensões contemporâneas da criação para que
possamos formar jovens mais sensíveis, críticos e comprometidos com a
transformação social.
Público-Alvo
● Estudantes de graduação e pós-graduação (especialização, mestrado e
doutorado) em Arte e Educação.
● Professores da Educação Básica, tanto de escolas públicas quanto particulares
que atuam no ensino da Arte (Música, Artes Visuais, Dança, Cênicas e
Audiovisual).
● Pesquisadores e profissionais que atuam no ensino da Arte em contextos não
formais.
● Educadores, artistas e mediadores culturais que desenvolvem práticas de
ensino da Arte em museus, centros culturais, ONGs e outros espaços educativos.
● Coletivos e movimentos sociais ligados à Arte/Educação.
5- Apresentação trabalho/ artigo FEUSP
certificado
GT 4 –
Relatos de Experiências 16h30 às 18h30 Sessão dedicada à apresentação e
discussão de trabalhos sobre Relatos de Experiências. Mediadores responsáveis:
Pedro Bernardes e Isabel Cristina Alves 1. Graffiti Pixel: materialidade do
gesto artístico Paulo José de Sousa – UNESP 2. A tatuagem como linguagem
artística na educação formal: abordagens pedagógicas e desafios Gabriela
Vitória Massucato – UNESP 3. A criação de um quadrinho crítico como agente de
“desobediência pedagógica” no ensino de Arte Lucas Almeida de Melo; Ana Valéria
de Figueiredo – UERJ; PUC-Rio 4. A Arte é a melhor parte da infância: narrando
possibilidade e perspectivas Maria Filippa da Costa Jorge – EMEI Prof. Ignácio
Henrique Romeiro
Meu artigo:
Graffiti Pixel: materialidade do gesto artístico
Paulo Jose de Sousa
Arte educador/ mestrando artes – UNESP IA
EMEF DOM Paulo Rolim Loureiro
Resumo
simples
Esta pesquisa nasce da inquietação com
as divisões rígidas entre as disciplinas escolares e da busca por articulações
entre arte e matemática, como
aponta Edgar Morin (2000), há uma inadequação crescente entre os saberes
fragmentados e os problemas cada vez mais transversais e multidimensionais que
enfrentamos.Tendo o graffiti como linguagem
que sustenta e atravessa essas conexões. Realizada em uma escola pública na
periferia de São Paulo, com estudantes do 9º ano do ensino fundamental, a
proposta se baseia na prática docente do artista-professor e utiliza a
metodologia da a/r/tografia, que entrelaça arte, ensino e vida, valorizando
afetos, memória e corpo como dimensões essenciais do conhecimento.
O ponto de partida da investigação é o reconhecimento de que o graffiti,
embora presente no cotidiano visual dos estudantes, é frequentemente
desvalorizado e reduzido a mero enfeite ou recurso ilustrativo dentro do
ambiente escolar. Essa descontextualização faz com que o graffiti perca sua
carga crítica, sua dimensão urbana e seu potencial como prática de resistência.
Nesse processo, o discurso visual das ruas é
neutralizado, refletindo o "currículo oculto" descrito por Silva
(2001), no qual a escola ensina também por meio de gestos, espaços e silêncios,
normatizando condutas e estetizando práticas que silenciam expressões
desalinhadas ao modelo dominante. Ao contrário, a proposta
desta pesquisa é abrir a escola para os modos de fazer do graffiti, valorizando
suas conexões com o território, a cultura digital, a matemática e,
especialmente, a materialidade do gesto artístico.
A pesquisa inicia com experiências no
stencil art, onde a materialidade é central desde o início do processo,
envolvendo experimentação tátil e visual através do recorte, da tinta e de
diferentes suportes. Essa prática estabelece relações entre gesto, ritmo e
espaço, com um planejamento cuidadoso das camadas e do controle do acaso no ato
de imprimir a imagem na parede. Ainda que globalizado, o graffiti mantém
vínculos locais, expressando diversidades regionais marcadas por singularidades
culturais e estéticas (Campos, 2023). Na contemporaneidade, muitos sujeitos
atuam em diferentes domínios artísticos, com obras influenciadas pela rua, mas
não limitadas às técnicas ou padrões do graffiti, ampliando o repertório com
vivências locais e cruzando fronteiras disciplinares (Leal, 2023). O processo
revela uma aprendizagem concreta e sensível, que se opõe à abstração
tradicional da matemática escolar.
Posteriormente, surge a possibilidade
de conexão com a pixel art, uma linguagem visual baseada em quadrículas e
cores, presente no repertório visual dos estudantes, especialmente em jogos
digitais e plataformas online. Embora inicialmente improvável, essa aproximação
torna-se um campo fértil para experimentação, ao conectar códigos visuais
distintos — o muro grafitado da rua e a tela digital do celular — em uma
transposição da linguagem digital para suportes físicos. Essa passagem reforça
ainda mais o papel da materialidade no processo educativo, articulando
pensamento gráfico e ação manual.
A investigação defende que o fazer
artístico, em sua dimensão material — o corte, a tinta, a superfície, o toque —
é um campo legítimo de produção de conhecimento. O contato direto com os
materiais ativa uma escuta sensível do mundo e amplia o repertório expressivo
dos estudantes, permitindo uma educação conectada com seus territórios,
referências visuais e memórias corporais. A materialidade não é apenas meio,
mas parte constitutiva do pensamento, do gesto criador e da aprendizagem.
Com base nesses achados, propõe-se o
termo “graffiti pixel” para designar práticas que transgridem a lógica
exclusivamente digital da pixel art, trazendo seus princípios visuais para a
parede. O termo entende o graffiti não apenas como técnica, mas como expressão
de insurgência estética e política. Ao cunhá-lo, busca-se evidenciar um
território híbrido, onde o digital e o analógico se alimentam mutuamente na
criação de novas formas de expressão no espaço escolar, ancoradas na
materialidade, no gesto e na presença do corpo no espaço público.
Palavras-chave: Palavras-Chave: Arte matemática;
Graffiti pixel; Pixel art;
6- I CONGRESSO INTERNACIONAL DE PERFORMANCES
CULTURAIS
O Congresso
de Performances Culturais: Transdisciplinaridade, Teorias e Metodologias se
apresenta com o objetivo de refletir sobre a multiplicidade de percepções e
análises das Performances Culturais em suas mais diversas configurações,
fazendo um apanhado das diferentes abordagens que a tem atravessado.
Informações
do evento
Datas e
Horários:
26 de fevereiro de 2025 até 20 de março de 2025
7- Produção cenário expressarte
Produção do
cenário do grupo de dança “expressarte”, dirigido por Valeria Veras em
O
espetáculo do Expressarte, LATINIDADES", está chegando. Este ano levaremos
ao palco um pouco da história da América
Latina com toda sua luta e também sua alegria. O espetáculo acontecerá no dia
08/11, às 18h30, na Fábrica de Cultura da Vila Curuçá
8- Exposição de intervenção urbana “ minha rua
minha galeria
Este
projeto nasce do retorno a um gesto inaugural.
Em dezembro de 1987, aos 15 anos, realizei minha primeira grafitagem em um
poste da rua onde moro. O poste — elemento funcional, anônimo, atravessado por
fios, normas e silêncios — tornou-se, naquele momento, superfície de inscrição,
presença e afirmação de existência. Quase quatro décadas depois, retorno a
esses mesmos postes, não como repetição, mas como deslocamento temporal,
crítico e afetivo.
As
intervenções atuais dialogam com memória, relatos antigos, acontecimentos
cotidianos e registros das pessoas que habitam esta rua. Cada poste funciona
como um marco vertical do tempo, um arquivo exposto, onde passado e
presente se sobrepõem. O que antes era apenas suporte urbano transforma-se em
testemunha: do crescimento do bairro, das mudanças da paisagem, das ausências,
das permanências e das histórias que raramente entram nos registros oficiais.
O gesto do
grafite, aqui, deixa de ser apenas marca visual para se tornar ato de escuta.
Conversas com moradores, lembranças fragmentadas, fatos aparentemente banais e
experiências compartilhadas atravessam as imagens, constituindo uma cartografia
sensível do território. O poste não fala sozinho; ele ecoa vozes.
Trata-se de
uma prática artística situada, que compreende a rua como espaço pedagógico,
político e poético. Ao intervir nos postes, aciono uma memória pessoal que se
cruza com memórias coletivas, tensionando a ideia de progresso urbano e
questionando o apagamento sistemático das narrativas periféricas. A repetição
do gesto, no mesmo lugar, evidencia que o tempo não apaga — ele acumula.
Este
projeto entende a intervenção urbana como forma de autoconstrução simbólica,
onde o corpo do artista, o espaço público e a comunidade se implicam
mutuamente. Grafitar os postes da minha própria rua é reinscrever a história no
cotidiano, é afirmar que o território também pensa, sente e lembra.
Mais do que
imagens, estas intervenções são rastros. Rastros de quem fui, de quem
somos e de quem continua passando por aqui todos os dias.
9- Oficina
Chico Mendes
Certificado
-10 Exposição Casa do graffiti
11- Produção exposição adinkra no CEU São
Carlos
Anexar o
projeto + carta de aprovação ( irei
anexar posteriormente
12- Exposição Encerramento aula Pio Unesp profarte
Certificado
+ texto
13- Publicação repositório UFMG trabalho
acadêmico
Publicação da monografia “Graffiti pixel:
materialidade do gesto artístico”
no repositório da UFMG , ós desdobramentos
desta monografia é meu projeto de pesquisa de mestrado
- Conclusão 2ª licenciatura Pedagogia
Certificado
Fazer um
resumo do que é o curso de pedagogia 2ª licenciatura
14- Conclusão Pós graduação em ensino de arte
anos iniciais
Certificado
Principais
Focos da Conclusão:
- Formação e Prática Docente: A
pesquisa frequentemente foca em como formar professores para atuarem com
arte nos anos iniciais, usando ferramentas como entrevistas e sessões
reflexivas.
- Desenvolvimento do Pensamento Artístico: A
conclusão geralmente ressalta como a arte desenvolve a percepção,
sensibilidade, reflexão e imaginação dos alunos.
- Contexto da Educação Básica:
Muitos trabalhos analisam a atuação de professores de arte no Ensino
Fundamental e suas experiências.
- Tendências do Ensino de Arte:
Abordam-se as concepções e tendências do ensino de arte (pré-modernista,
modernista, pós-modernista) dentro do contexto educacional.
- Qualificação Profissional: A
pós-graduação visa qualificar o profissional para o mercado de trabalho,
permitindo a atuação legal como professor de artes.
15- curso, “ INFÂNCIAS: BRINQUEDOS E
BRINCADEIRAS CULTURAIS” – SINPEEM
Certificado
O
curso “Infâncias: Brinquedos e Brincadeiras Culturais” é uma
oferta de educação a distância (EaD) do SINPEEM (Sindicato
dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo), focado na
importância do brincar para o desenvolvimento infantil e no resgate cultural,
com edições em 2024 e 2025, geralmente com carga horária de 20 horas (16h a
distância, 4h síncronas) e voltado para profissionais da educação, abordando
temas como a educação antirracista e as mudanças nas experiências infantis.
Principais
características e informações:
- Organizador: SINPEEM.
- Formato: EaD
(Educação a Distância), com encontros síncronos (ao vivo) e atividades
assíncronas.
- Foco: A importância dos brinquedos e
brincadeiras culturais no desenvolvimento infantil, educação
antirracista, e as transformações nas experiências de brincar.
- Público-alvo: Profissionais
da educação.
- Plataforma: Ambiente
Virtual de Aprendizagem (EDU.SINPEEM.COM.BR) e Google Meet.
16-Extensão
sinpeem FGP
Certificado
"Extensão
SINPEEM FGP" refere-se aos cursos de extensão universitária oferecidos
pelo Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo
(SINPEEM) em parceria com a Faculdade Gennari e Peartree (FGP).
Esses
cursos são disponibilizados na modalidade Educação a Distância (EaD) para os
associados do sindicato, visando a formação continuada e o aprimoramento
profissional de docentes, gestores e profissionais do Quadro de Apoio da rede
municipal de ensino.
Características
principais:
- Público-alvo: Profissionais
da educação associados ao SINPEEM (professores, agentes escolares,
diretores, coordenadores, etc.).
- Parceria: Os
cursos são resultado de uma colaboração entre o SINPEEM e a FGP (Faculdade
Gennari e Peartree).
- Gratuidade: Geralmente,
os cursos são gratuitos para associados que tenham um tempo mínimo de
filiação (normalmente três meses).
- Certificação: A
certificação é emitida pela Unipec (União Paulista de Educação e Cultura),
que é a parceira operacional na oferta dos cursos.
- Promoção na Carreira: Para
o Quadro de Apoio, a conclusão desses cursos pode ser utilizada para fins
de promoção na carreira, desde que o profissional já possua graduação
universitária.
17- Curso DRE
"As orientações pedagógicas do Currículo da Cidade
a partir do giro decolonial: educação
integral, equidade e educação inclusiva"
Certificado
OBJETIVOS:
- PROMOVER
AÇÕES DE ACOLHIMENTO E VALORIZAÇÃO DOS MIGRANTES NAS UNIDADES EDUCACIONAIS;
-
COMPREENDER OS/AS MIGRANTES DE ORIGEM LATINA COMO INDÍGENAS E/OU DESCENDENTES
DOS POVOS
ANDINOS.
- CONHECER
A FILOSOFIA DOS POVOS INDÍGENAS ANDINOS E BRASILEIROS COMO PONTO DE CONTATO
ENTRE A
COSMOVISÃO
AMERÍNDIA E A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, PRESENTE NA REDE
MUNICIPAL
DE EDUCAÇÃO;
-
COMPREENDER O BUEN VIVIR-SUMAK KAWSAY/VIVIR BIEN-SUMA QAMANÃ COMO FERRAMENTA DE
TRANSFORMAÇÃO
ANTIPARADIGMÁTICA E DECOLONIAL, A PARTIR DA COSMOVISÃO AMERÍNDIA, EM UM
CONTEXTO
PLURINACIONAL E INTERCULTURAL;
- CONHECER
A HISTÓRIA DOS DIREITOS INDÍGENAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA, ASSIM COMO, POR UM
LADO,
ÁREA
PROMOTORA:
DRE SÃO
MIGUEL
NOME:
AS
ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS DO CURRÍCULO DA CIDADE A PARTIR DO GIRO DECOLONIAL:
EDUCAÇÃO
INTEGRAL,
EQUIDADE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA
MODALIDADE:
A DISTÂNCIA (OBRIGATÓRIO CONTER O MÍNIMO DE 20% E MÁXIMO DE 40% EM ATIVIDADES
PRESENCIAIS
OU AULAS SÍNCRONAS).
CARGA
HORÁRIA TOTAL: 30
CARGA
HORÁRIA PRESENCIAL: 0
CARGA
HORÁRIA NÃO PRESENCIAL: -
CARGA
HORÁRIA A DISTÂNCIA: 18
NÚMERO
DESPACHO DE HOMOLOGAÇÃO: 25005
NÚMERO DA
PROPOSTA DE VALIDAÇÃO: -
NÚMERO DO
COMUNICADO: 23
TIPO DE
FORMAÇÃO: CURSO
PREFEITURA
DA CIDADE DE SÃO PAULO
SECRETARIA
MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
COPED / DF
– DIVISÃO DE FORMAÇÃO
Texto de
autoria da área promotora
PROPOSTA DE
FORMAÇÃO - EDITAL DF/2024
CARGA
HORÁRIA DE ATIVIDADES SÍNCRONAS: 12
AS VISÕES
QUE MARCARAM A RELAÇÃO COLONIAL COM OS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL E NA AMÉRICA
LATINA E,
POR OUTRO LADO, O MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA INDÍGENA NO BRASIL E NA AMÉRICA
LATINA
18- extensão unicv “ enfoque na carreira”
Certificado
19- extensão unicv “ educação a distancia”
Certificado
20- extensão unicv “ montar o curriculo”
Certificado
21- extensão imep
movimentos artísticos
Certificado
22- extensão imep
2
Certificado
Para cada tópico
numerado Explique resumidamente:
(a) o IMPACTO das
Atividades
(b) a INOVAÇÃO presente nas Atividades
(c) a RELEVÂNCIA das Atividades
(d) a ASSOCIAÇÃO das Atividades indicadas ao desenvolvimento
da pesquisa e sua articulação com os objetivos do respectivo Programa
de Pós-Graduação–IA/UNESP.
Nenhum comentário:
Postar um comentário