quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

roteiro para relatorio unesp 2025

 

Relatório Anual 2025 - Discentes da Pós IA

 Memorial descritivo e comprovantes


Neste documento, você deverá descrever detalhadamente cada uma das atividades realizadas no ano, incluindo aquelas que não foram computadas na Tabela de Atividades Complementares. A orientação responsável deverá assinar o documento (assinatura física ou digital).


Atividades desenvolvidas

1- Participação em exposição I congresso profartes

2- Monitor I congresso profartes

Os monitores do I Congresso Nacional da Rede Profartes (que ocorreu em setembro de 2025 na Unesp, em São Paulo) desempenharam funções de apoio e organização, típicas de eventos acadêmicos, mas as fontes pesquisadas não detalham exatamente cada tarefa específica que eles realizaram. 

Com base nas informações gerais sobre monitoria em eventos e relatos de experiência, as atividades dos monitores geralmente incluem:

  • Participação em treinamentos e reuniões prévias para se familiarizar com a programação e o local.
  • Representação do evento em suas respectivas instituições de ensino, ajudando na divulgação.
  • Auxílio na organização geral, como orientação de participantes, apoio logístico e operacional durante as atividades (mesas, apresentações de dança, etc.).
  • Apoio técnico ou de mediação em sessões, se necessário.
  • Contribuição para a troca de experiências e aprendizados, o que é um objetivo central do congresso, que focou na discussão sobre a transformação social através da prática artística e da educação. 

O congresso teve como tema "Entre Fronteiras e Travessias" e reuniu professores, pesquisadores e estudantes de todo o Brasil. A equipe organizadora se dedicou para que o evento promovesse trocas e diálogos, e os monitores foram parte fundamental desse processo de apoio. 

 

I Congresso Nacional da Rede PROF-ARTES prorroga prazo de submissão de trabalhos até 27 de julho

A Rede Nacional do Mestrado Profissional em Artes – PROF-ARTES realiza, de 10 a 12 de setembro de 2025, o I Congresso Nacional da Rede PROF-ARTES, com atividades sediadas no Instituto de Artes da UNESP, em São Paulo. A chamada de trabalhos foi prorrogada até o dia 27 de julho, ampliando as possibilidades de participação de estudantes e egressos da Rede em todo o país.
O congresso nasce do desejo de compartilhar práticas pedagógicas e metodologias de ensino e aprendizagem das artes na educação básica. Idealizado e construído de forma conjunta pelas Instituições de Ensino Superior associadas ao programa.
A programação incluirá comunicações orais, mesas-redondas e apresentações artísticas, além de espaços de reflexão crítica sobre os percursos formativos da Rede. As propostas podem ser apresentadas de forma presencial ou remota.

 

3- Apresentação trabalho / artigo  I congresso profartes

Falar do trabalho

Mesmo trabalho do item 5 - Graffiti Pixel: materialidade do gesto artístico

 

4- Participação "I Simpósio Arte/Educação  FEUSP

Este simpósio busca reunir pesquisas e práticas que contribuam para a formação inicial e continuada de professores de Arte, abordando tanto questões teóricas e metodológicas quanto as diretrizes curriculares que norteiam o ensino da arte no Brasil.
Diante de um sistema educacional cada vez mais influenciado por ideais mercadológicos, a formação docente no campo da Arte enfrenta novos desafios, que incluem a ampliação do escopo de conhecimentos dos professores. Questões emergentes tais como decolonialidade, racismo, LGBTfobia, inclusão, uso de tecnologias e processos criativos no ambiente educacional, são temas centrais que precisam ser discutidos pelos profissionais, pesquisadores e estudantes sobre o ensino e a. aprendizagem em Arte.
A formação de professores deve ser inicial e continuada para atualização e enfrentamento da diversidade de contextos sociais, reconhecendo a importância de incluir e representar diferentes culturas, práticas e vivências no ambiente escolar.
O evento visa criar um espaço de diálogo e troca de experiências, incentivando a criação de novas abordagens pedagógicas que respondam às demandas do século XXI. Reconhecemos que a formação crítica e abrangente de educadores de Arte é crucial para que possam atuar como agentes de transformação social, promovendo inclusão e valorização da diversidade cultural e identitária em sala de aula.
Com isso, propõe-se a ser um espaço de encontro para mestrandos, doutorandos e pesquisadores da área de Arte/Educação que desejam compartilhar suas experiências, saberes e investigações. Independentemente da linguagem artística (artes visuais, música, dança, teatro ou audiovisual), a formação de professores precisa incluir as dimensões contemporâneas da criação para que possamos formar jovens mais sensíveis, críticos e comprometidos com a transformação social.
Público-Alvo
● Estudantes de graduação e pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado) em Arte e Educação.
● Professores da Educação Básica, tanto de escolas públicas quanto particulares que atuam no ensino da Arte (Música, Artes Visuais, Dança, Cênicas e Audiovisual).

● Pesquisadores e profissionais que atuam no ensino da Arte em contextos não formais.
● Educadores, artistas e mediadores culturais que desenvolvem práticas de ensino da Arte em museus, centros culturais, ONGs e outros espaços educativos.
● Coletivos e movimentos sociais ligados à Arte/Educação.

5- Apresentação trabalho/ artigo FEUSP

certificado

GT 4 – Relatos de Experiências 16h30 às 18h30 Sessão dedicada à apresentação e discussão de trabalhos sobre Relatos de Experiências. Mediadores responsáveis: Pedro Bernardes e Isabel Cristina Alves 1. Graffiti Pixel: materialidade do gesto artístico Paulo José de Sousa – UNESP 2. A tatuagem como linguagem artística na educação formal: abordagens pedagógicas e desafios Gabriela Vitória Massucato – UNESP 3. A criação de um quadrinho crítico como agente de “desobediência pedagógica” no ensino de Arte Lucas Almeida de Melo; Ana Valéria de Figueiredo – UERJ; PUC-Rio 4. A Arte é a melhor parte da infância: narrando possibilidade e perspectivas Maria Filippa da Costa Jorge – EMEI Prof. Ignácio Henrique Romeiro

Meu artigo:

Graffiti Pixel: materialidade do gesto artístico

 

Paulo Jose de Sousa

Arte educador/ mestrando artes – UNESP IA

pjss32@yahoo.com.br

EMEF DOM Paulo Rolim Loureiro

Resumo simples

         Esta pesquisa nasce da inquietação com as divisões rígidas entre as disciplinas escolares e da busca por articulações entre arte e matemática, como aponta Edgar Morin (2000), há uma inadequação crescente entre os saberes fragmentados e os problemas cada vez mais transversais e multidimensionais que enfrentamos.Tendo o graffiti como linguagem que sustenta e atravessa essas conexões. Realizada em uma escola pública na periferia de São Paulo, com estudantes do 9º ano do ensino fundamental, a proposta se baseia na prática docente do artista-professor e utiliza a metodologia da a/r/tografia, que entrelaça arte, ensino e vida, valorizando afetos, memória e corpo como dimensões essenciais do conhecimento.

       O ponto de partida da investigação é o reconhecimento de que o graffiti, embora presente no cotidiano visual dos estudantes, é frequentemente desvalorizado e reduzido a mero enfeite ou recurso ilustrativo dentro do ambiente escolar. Essa descontextualização faz com que o graffiti perca sua carga crítica, sua dimensão urbana e seu potencial como prática de resistência. Nesse processo, o discurso visual das ruas é neutralizado, refletindo o "currículo oculto" descrito por Silva (2001), no qual a escola ensina também por meio de gestos, espaços e silêncios, normatizando condutas e estetizando práticas que silenciam expressões desalinhadas ao modelo dominante. Ao contrário, a proposta desta pesquisa é abrir a escola para os modos de fazer do graffiti, valorizando suas conexões com o território, a cultura digital, a matemática e, especialmente, a materialidade do gesto artístico.

       A pesquisa inicia com experiências no stencil art, onde a materialidade é central desde o início do processo, envolvendo experimentação tátil e visual através do recorte, da tinta e de diferentes suportes. Essa prática estabelece relações entre gesto, ritmo e espaço, com um planejamento cuidadoso das camadas e do controle do acaso no ato de imprimir a imagem na parede. Ainda que globalizado, o graffiti mantém vínculos locais, expressando diversidades regionais marcadas por singularidades culturais e estéticas (Campos, 2023). Na contemporaneidade, muitos sujeitos atuam em diferentes domínios artísticos, com obras influenciadas pela rua, mas não limitadas às técnicas ou padrões do graffiti, ampliando o repertório com vivências locais e cruzando fronteiras disciplinares (Leal, 2023). O processo revela uma aprendizagem concreta e sensível, que se opõe à abstração tradicional da matemática escolar.

          Posteriormente, surge a possibilidade de conexão com a pixel art, uma linguagem visual baseada em quadrículas e cores, presente no repertório visual dos estudantes, especialmente em jogos digitais e plataformas online. Embora inicialmente improvável, essa aproximação torna-se um campo fértil para experimentação, ao conectar códigos visuais distintos — o muro grafitado da rua e a tela digital do celular — em uma transposição da linguagem digital para suportes físicos. Essa passagem reforça ainda mais o papel da materialidade no processo educativo, articulando pensamento gráfico e ação manual.

        A investigação defende que o fazer artístico, em sua dimensão material — o corte, a tinta, a superfície, o toque — é um campo legítimo de produção de conhecimento. O contato direto com os materiais ativa uma escuta sensível do mundo e amplia o repertório expressivo dos estudantes, permitindo uma educação conectada com seus territórios, referências visuais e memórias corporais. A materialidade não é apenas meio, mas parte constitutiva do pensamento, do gesto criador e da aprendizagem.

       Com base nesses achados, propõe-se o termo “graffiti pixel” para designar práticas que transgridem a lógica exclusivamente digital da pixel art, trazendo seus princípios visuais para a parede. O termo entende o graffiti não apenas como técnica, mas como expressão de insurgência estética e política. Ao cunhá-lo, busca-se evidenciar um território híbrido, onde o digital e o analógico se alimentam mutuamente na criação de novas formas de expressão no espaço escolar, ancoradas na materialidade, no gesto e na presença do corpo no espaço público.

 

 

Palavras-chave: Palavras-Chave: Arte matemática; Graffiti pixel; Pixel art;

 

 

 

6- I CONGRESSO INTERNACIONAL DE PERFORMANCES CULTURAIS

O Congresso de Performances Culturais: Transdisciplinaridade, Teorias e Metodologias se apresenta com o objetivo de refletir sobre a multiplicidade de percepções e análises das Performances Culturais em suas mais diversas configurações, fazendo um apanhado das diferentes abordagens que a tem atravessado.

Informações do evento

Datas e Horários:
26 de fevereiro de 2025 até 20 de março de 2025

 

7- Produção cenário expressarte

Produção do cenário do grupo de dança “expressarte”, dirigido por Valeria Veras  em

O espetáculo do Expressarte, LATINIDADES", está chegando. Este ano levaremos ao palco um pouco da história  da América Latina com toda sua luta e também sua alegria. O espetáculo acontecerá no dia 08/11, às 18h30, na Fábrica de Cultura da Vila Curuçá

8-  Exposição de intervenção urbana “ minha rua minha galeria

Este projeto nasce do retorno a um gesto inaugural.
Em dezembro de 1987, aos 15 anos, realizei minha primeira grafitagem em um poste da rua onde moro. O poste — elemento funcional, anônimo, atravessado por fios, normas e silêncios — tornou-se, naquele momento, superfície de inscrição, presença e afirmação de existência. Quase quatro décadas depois, retorno a esses mesmos postes, não como repetição, mas como deslocamento temporal, crítico e afetivo.

As intervenções atuais dialogam com memória, relatos antigos, acontecimentos cotidianos e registros das pessoas que habitam esta rua. Cada poste funciona como um marco vertical do tempo, um arquivo exposto, onde passado e presente se sobrepõem. O que antes era apenas suporte urbano transforma-se em testemunha: do crescimento do bairro, das mudanças da paisagem, das ausências, das permanências e das histórias que raramente entram nos registros oficiais.

O gesto do grafite, aqui, deixa de ser apenas marca visual para se tornar ato de escuta. Conversas com moradores, lembranças fragmentadas, fatos aparentemente banais e experiências compartilhadas atravessam as imagens, constituindo uma cartografia sensível do território. O poste não fala sozinho; ele ecoa vozes.

Trata-se de uma prática artística situada, que compreende a rua como espaço pedagógico, político e poético. Ao intervir nos postes, aciono uma memória pessoal que se cruza com memórias coletivas, tensionando a ideia de progresso urbano e questionando o apagamento sistemático das narrativas periféricas. A repetição do gesto, no mesmo lugar, evidencia que o tempo não apaga — ele acumula.

Este projeto entende a intervenção urbana como forma de autoconstrução simbólica, onde o corpo do artista, o espaço público e a comunidade se implicam mutuamente. Grafitar os postes da minha própria rua é reinscrever a história no cotidiano, é afirmar que o território também pensa, sente e lembra.

Mais do que imagens, estas intervenções são rastros. Rastros de quem fui, de quem somos e de quem continua passando por aqui todos os dias.

 

9- Oficina  Chico Mendes

Certificado

 

-10 Exposição Casa do graffiti

 

11- Produção exposição adinkra no CEU São Carlos

Anexar o projeto + carta de aprovação  ( irei anexar posteriormente

12- Exposição Encerramento  aula Pio Unesp profarte

Certificado + texto

13- Publicação repositório UFMG trabalho acadêmico

Publicação da monografia “Graffiti pixel: materialidade do gesto artístico”

 no repositório da UFMG , ós desdobramentos desta monografia é meu projeto de pesquisa de mestrado

- Conclusão 2ª licenciatura Pedagogia

Certificado

Fazer um resumo do que é o curso de pedagogia 2ª licenciatura

14- Conclusão Pós graduação em ensino de arte anos iniciais

Certificado

Principais Focos da Conclusão:

  1. Formação e Prática Docente: A pesquisa frequentemente foca em como formar professores para atuarem com arte nos anos iniciais, usando ferramentas como entrevistas e sessões reflexivas.
  2. Desenvolvimento do Pensamento Artístico: A conclusão geralmente ressalta como a arte desenvolve a percepção, sensibilidade, reflexão e imaginação dos alunos.
  3. Contexto da Educação Básica: Muitos trabalhos analisam a atuação de professores de arte no Ensino Fundamental e suas experiências.
  4. Tendências do Ensino de Arte: Abordam-se as concepções e tendências do ensino de arte (pré-modernista, modernista, pós-modernista) dentro do contexto educacional.
  5. Qualificação Profissional: A pós-graduação visa qualificar o profissional para o mercado de trabalho, permitindo a atuação legal como professor de artes. 

 

15- curso, “ INFÂNCIAS: BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS CULTURAIS” – SINPEEM

Certificado

O curso “Infâncias: Brinquedos e Brincadeiras Culturais” é uma oferta de educação a distância (EaD) do SINPEEM (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo), focado na importância do brincar para o desenvolvimento infantil e no resgate cultural, com edições em 2024 e 2025, geralmente com carga horária de 20 horas (16h a distância, 4h síncronas) e voltado para profissionais da educação, abordando temas como a educação antirracista e as mudanças nas experiências infantis. 

Principais características e informações:

    • Organizador: SINPEEM.
    • Formato: EaD (Educação a Distância), com encontros síncronos (ao vivo) e atividades assíncronas.
    • Foco: A importância dos brinquedos e brincadeiras culturais no desenvolvimento infantil, educação antirracista, e as transformações nas experiências de brincar.
    • Público-alvo: Profissionais da educação.
    • Plataforma: Ambiente Virtual de Aprendizagem (EDU.SINPEEM.COM.BR) e Google Meet.

 

16-Extensão  sinpeem FGP

Certificado

 "Extensão SINPEEM FGP" refere-se aos cursos de extensão universitária oferecidos pelo Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (SINPEEM) em parceria com a Faculdade Gennari e Peartree (FGP)

Esses cursos são disponibilizados na modalidade Educação a Distância (EaD) para os associados do sindicato, visando a formação continuada e o aprimoramento profissional de docentes, gestores e profissionais do Quadro de Apoio da rede municipal de ensino. 

Características principais:

  • Público-alvo: Profissionais da educação associados ao SINPEEM (professores, agentes escolares, diretores, coordenadores, etc.).
  • Parceria: Os cursos são resultado de uma colaboração entre o SINPEEM e a FGP (Faculdade Gennari e Peartree).
  • Gratuidade: Geralmente, os cursos são gratuitos para associados que tenham um tempo mínimo de filiação (normalmente três meses).
  • Certificação: A certificação é emitida pela Unipec (União Paulista de Educação e Cultura), que é a parceira operacional na oferta dos cursos.
  • Promoção na Carreira: Para o Quadro de Apoio, a conclusão desses cursos pode ser utilizada para fins de promoção na carreira, desde que o profissional já possua graduação universitária. 

 

17- Curso DRE  "As orientações pedagógicas do Currículo da Cidade

a partir do giro decolonial: educação integral, equidade e educação inclusiva"

 

Certificado

OBJETIVOS:

- PROMOVER AÇÕES DE ACOLHIMENTO E VALORIZAÇÃO DOS MIGRANTES NAS UNIDADES EDUCACIONAIS;

- COMPREENDER OS/AS MIGRANTES DE ORIGEM LATINA COMO INDÍGENAS E/OU DESCENDENTES DOS POVOS

ANDINOS.

- CONHECER A FILOSOFIA DOS POVOS INDÍGENAS ANDINOS E BRASILEIROS COMO PONTO DE CONTATO ENTRE A

COSMOVISÃO AMERÍNDIA E A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, PRESENTE NA REDE

MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO;

- COMPREENDER O BUEN VIVIR-SUMAK KAWSAY/VIVIR BIEN-SUMA QAMANÃ COMO FERRAMENTA DE

TRANSFORMAÇÃO ANTIPARADIGMÁTICA E DECOLONIAL, A PARTIR DA COSMOVISÃO AMERÍNDIA, EM UM

CONTEXTO PLURINACIONAL E INTERCULTURAL;

- CONHECER A HISTÓRIA DOS DIREITOS INDÍGENAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA, ASSIM COMO, POR UM LADO,

ÁREA PROMOTORA:

DRE SÃO MIGUEL

NOME:

AS ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS DO CURRÍCULO DA CIDADE A PARTIR DO GIRO DECOLONIAL: EDUCAÇÃO

INTEGRAL, EQUIDADE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

MODALIDADE: A DISTÂNCIA (OBRIGATÓRIO CONTER O MÍNIMO DE 20% E MÁXIMO DE 40% EM ATIVIDADES

PRESENCIAIS OU AULAS SÍNCRONAS).

CARGA HORÁRIA TOTAL: 30

CARGA HORÁRIA PRESENCIAL: 0

CARGA HORÁRIA NÃO PRESENCIAL:  -

CARGA HORÁRIA A DISTÂNCIA: 18

NÚMERO DESPACHO DE HOMOLOGAÇÃO:  25005

NÚMERO DA PROPOSTA DE VALIDAÇÃO:   -

NÚMERO DO COMUNICADO:  23

TIPO DE FORMAÇÃO: CURSO

PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

COPED / DF – DIVISÃO DE FORMAÇÃO

Texto de autoria da área promotora

PROPOSTA DE FORMAÇÃO - EDITAL DF/2024

CARGA HORÁRIA DE ATIVIDADES SÍNCRONAS: 12

AS VISÕES QUE MARCARAM A RELAÇÃO COLONIAL COM OS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL E NA AMÉRICA

LATINA E, POR OUTRO LADO, O MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA INDÍGENA NO BRASIL E NA AMÉRICA LATINA

 

18- extensão unicv “ enfoque na carreira”

Certificado

19- extensão unicv “ educação a distancia”

Certificado

20- extensão unicv “ montar o curriculo”

Certificado

21- extensão imep  movimentos artísticos

Certificado

22- extensão imep  2

Certificado

Para cada tópico numerado Explique resumidamente:

(a) o IMPACTO das Atividades
(b) a INOVAÇÃO presente nas Atividades
(c) a RELEVÂNCIA das Atividades
(d) a ASSOCIAÇÃO das Atividades indicadas ao desenvolvimento da pesquisa e sua articulação com os objetivos do respectivo Programa de Pós-Graduação–IA/UNESP.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

roteiro para relatorio unesp 2025

  Relatório Anual 2025 - Discentes da Pós IA  Memorial descritivo e comprovantes Neste documento, você deverá descrever detalhadamente ca...